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EQUIPE

A equipe é formada por amigos e cidadãos comuns de diferentes áreas profissionais que se uniram com o propósito de realizarem esta missão. 

Diretora Presidente: Branca Duboc Pedrinha
Diretor Administrativo: Célio Pereira de Carvalho
Diretor Financeiro: Carlos Eduardo Horta
Gerente de Projeto e Relacionamento: Juliana Maria Fell
Gerente Técnico: Ingo André Haberle

Branca Duboc Pedrinha
Brasileira, casada, com dois filhos, 40 anos, carioca e residente na cidade do Rio de Janeiro.  Formou-se em Administração de Empresas pela Universidade Federal Fluminense (2000) e em Comunicação Social / Jornalismo pela FACHA – Faculdades Integradas Hélio Alonso (1997).

É fundadora e presidente, desde 2012, do Instituto Brasil Justo, que possui vários projetos socioambientais, tais como Entrega Sustentável e o Amazônia Justa (vencedor no Estado do Pará, do edital de seleção pública, criado pela Petrobras em parceria com o Governo Federal, denominado Integração Petrobras Comunidades para apoiar comunidades da Amazônia). Vide os sites: www.institutobrasiljusto.org.br e www.istoesustentavel.com.br.

Seu interesse pela Amazônia tornou-se mais forte a partir do ano de 2009, quando fez sua primeira viagem para o Pará e conheceu a ONG Instituto Peabiru. Desde então passou a realizar pesquisas na Amazônia, no Pará e em Manaus e a trabalhar em conjunto com os representantes locais para propor modelos rentáveis e sustentáveis, capazes de produzir autonomia financeira e distribuição de renda justa para as comunidades tradicionais.

Como administradora apresenta extensa experiência como consultora de sistemas e de negócio, com uma atuação de 15 anos nesta área.

Como jornalista/escritora escreveu em 1997 o livro: Barbosa Lima Sobrinho, o Nacionalista, uma homenagem ao seu centenário. Publicando-o somente no ano de 2015.

Atualmente tenta captar recursos para cumprir o que considera sua principal missão, defender a Amazônia, escrevendo o livro Marapuama e assim levando incontáveis leitores a embarcarem numa ficção baseada em fatos reais, que conta de um modo eletrizante os esquemas corruptos das disputas pelos recursos naturais da Amazônia e ao mesmo tempo descreve o rico universo das criativas soluções de desenvolvimento socioambiental.

Célio Pereira de Carvalho 
No ano de 2005 formou-se em Farmácia pela UNESA Universidade Estácio de Sá, fez pós-graduação em Gestão Ambiental na Universidade Gama Filho e certificações pela Universidade de Viçosa em diversas tecnologias limpas, tais como: Biodigestor, Minhocário, Energia Solar para aquecimento de água e geração de luz, Fossa Séptica e outros. A partir de 2012 iniciou implantações, principalmente domiciliares destas tecnologias. Em 2007, implantou em Redes de Hospitais e Drogarias, como a Pacheco e o Grupo Pão de Açúcar, projetos voltados a Gestão ambiental, como o PGRSS Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Saúde e o Coleta Seletiva de Medicamentos. Em 2010, tornou-se Diretor Administrativo do Instituto Brasil Justo e corresponsável pelo Projeto Entrega Sustentável, de entrega em domicílio através de bicicletas, voltado à geração de renda comunitária e conservação do meio-ambiente. Em 2013 assumiu o Projeto Amazônia Justa, voltado a geração de renda de comunidades locais, organizadas em associações de pequenos produtores e empreendedores rurais da Amazônia e conservação do meio-ambiente, patrocinado pela Petrobras em parceria com o Governo Federal. Presta ainda consultoria gratuita a todo e qualquer interessado em possuir um minhocário caseiro, o que atenua uma de suas maiores preocupações, que é com o lixo do planeta. 

Carlos Eduardo de Mendonça Horta
Formou-se em Direito pela Universidade Cândido Mendes, fez Pós-Graduação em Gestão da Biodiversidade pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro/UFRJ/UFRRJ (especialista em Gestão da Biodiversidade) e está fazendo o MBE/COPPE/UFRJ (Master in Bussiness of the Environment), com término previsto para julho/2013.  Atua desde 2008, como advogado, nº OAB/RJ 165.121, em processos cíveis, e, eventualmente, em processos administrativos relacionados ao Meio Ambiente. Em 2012 foi convidado a participar do Instituto Brasil Justo, onde exerce o cargo de Diretor Financeiro e presta consultoria jurídica. Possui ainda certificações diversas em: Cursos de Direito Ambiental promovido pela ESA (Escola Superior de Advocacia) da OAB/RJ; Perícia Ambiental realizado no Instituto de Peritos Caetano Andrade/RJ, Projetos de Recuperação de Áreas Degradadas, Licenciamento ambiental promovido pelo Clube de Engenharia do RJ e Desenvolvimento Sustentável da EMERJ (Escola da Magistratura do Estado do RJ).

Ingo André Haberle
De nacionalidade alemã, fez o 1º e o 2º graus na escola Corcovado e formou-se em Engenharia Agronômica pela UFRRJ - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, em 1982. Ao longo de seus mais de 30 anos de experiência, atuou como cientista, ambientalista, jornalista, responsável técnico e coordenador de projetos de Educação Ambiental, Viveiros e Reflorestamento, aos quais apresenta uma vasta experiência profissional. Dentre os seus trabalhos científicos destacam-se a “Utilização da Vinhanca na Solubilização Biológica de Fosfatos Naturais em Presença de Composto de Lixo Urbano” (Embrapa/PNFB/CNPQ). Dentre os seus projetos destacam-se os de Educação Ambiental, realizados através da ONG Florescer, fundada em 1994: Prêmio na Câmara Brasil Alemanha, no Prêmio Von Martius de 2001, Menção Honrosa em 4o lugar Categoria Educação Ambiental, Prêmio na Firjan (etapa estadual do Prêmio Ecologia da Confederação Nacional da Indústria e Primeiro Lugar em 2000, 2001, 2002 e 2003 na Categoria Indústria x Ong Ambientalista). Atualmente é conselheiro do Comitê Gestor Parque Pedra Branca (INEA 2009-2012) e responsável técnico pela palestra “Benefício das Plantas Ornamentais para a Saúde Humana” na Petrobras em 2000, BNDES 2001, Clube de Engenharia 2003, Instituto Arquitetos 2004, Crea em 2007 e 2008, Furnas 2008, Universidade Veiga de Almeida 2008 e em Polo Plantas Ornamentais Guaratiba 2011. Ingo atua no Instituto Brasil Justo como Gerente Técnico em todos os projetos.

Juliana Maria Fell
Formou-se em Tecnólogo em Processamento de Dados pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS em São Leopoldo, RS (1984) e fez pós-graduação no curso Especialização em Sistemas de Informação, também pela UNISINOS (1985). Atua como Administradora de Dados em grandes empresas há 20 anos. Montanhista desde 1992, quando da mudança de residência para a cidade do Rio de Janeiro. Atuou na Diretoria do Grupo Ação Ecológica (GAE), sociedade civil sem fins lucrativos, criada para a preservação do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida da população (1999). Foi uma das fundadoras do Grupo TerraLimpa (2000), formada por montanhistas, realizando atividades de educação ambiental e limpeza de trilhas das montanhas do Rio de Janeiro. Presidente do Centro Excursionista Guanabara (2003) ano em que intensificou a conscientização ambiental na comunidade de montanhistas, através de campanhas, eventos e artigos para o boletim de informação da instituição. Coordenou o Grupo de Trabalho SOS Urca (2004), projeto da Federação dos Esportes de Montanha do Rio de Janeiro (FEMERJ), criado com o objetivo de atuar no complexo de montanhas da Urca nas atividades de retirada de capim colonião e de reflorestamento com o plantio de mudas de Mata Atlântica cedidas pela prefeitura. Em 2005 fez o curso de Especialização em Gestão Ambiental pela Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Depois de um longo período com dedicação intensa em projetos de banco de dados, se junta a fundadora do Instituto Brasil Justo a partir de 2013 para a realização de projetos socioambientais, contribuindo para o fortalecimento de iniciativas econômicas que promovam o desenvolvimento social e conservem o meio-ambiente.